“Quem tem filhos pequenos sabe que alguns marcos como vacinas e nascimento dos dentes podem trazer efeitos bem indesejáveis para o bebê. Foi em um desses episódios que a empreendedora Mariana Wanderley teve o “insight” de seu negócio atual, a Pedrinha Miudinha.

“Quando começaram a nascerem os dentinhos da minha primeira filha tivemos todos os efeitos indesejáveis da primeira dentição: febre, choro, diarreia e irritação. Procurei ajuda médica e ouvi muitos conselhos até que uma amiga me apresentou o âmbar. Em 4 dias tudo se resolveu. Pesquisei a fundo para entender mais sobre o material. Comecei a usar essa resina e coloquei em todos na família. Pouco depois desse episódio, decidi, em 2013, abrir meu negócio para ajudar outras mamães a descobrirem os benefícios dessa ‘pedrinha miudinha’”, conta.


O âmbar é uma resina vegetal fossilizada formada a cerca de 40 milhões de anos, o material concentra em sua composição 3 a 8% de ácido succínico.  Ao entrar em contato com o calor da pele, essa substância – que possui propriedades anti-inflamatórias e analgésicas – é absorvida dando início ao processo terapêutico que também é capaz de equilibrar e estimular a recuperação do sistema nervoso, reforçar o sistema imunológico, melhorar o padrão de sono e amenizar reações vacinais.

A marca é especializada nos acessórios de âmbar (colares, pulseiras, tornozeleiras, pingentes e brincos), peças que além de enfeitar, oferecem muitos outros benefícios à saúde e bem-estar de quem as usa. Importadas da Lituânia as peças são acompanhadas de certificado de autenticidade. As peças da Pedrinha Miudinha ainda contam com a garantia de satisfação.

Para os adultos, além da ação anti-inflamatória natural, o âmbar auxilia no tratamento de artrites, tendinites, reumatismo e atua como um relaxante neuromuscular, aliviando também as dores crônicas. Com tantos benefícios os produtos tem se tornado ótimas opções para presentear gestantes em chás de bebês ou para salvar as noites das mamães que começam a experimentar a fase da primeira dentição. Não existem contraindicações quanto ao uso do produto: “Como a absorção do ácido succínico acontece através do contato com a pele, o ideal é usar pelo maior tempo possível, seu efeito é por acumulação”, explica.

#USAMOSEAPROVAMOS

Nota das curadoras #thelistkids > Nossos filhos, Maya, Gael e Raul usaram colares de âmbar. Além da questão terapêutica, achamos bonitinho, principalmente nos meninos.

O Raul, com dois anos recém-feitos, ainda usa o colarzinho. Na foto, Raul e Gael, ambos com cerca de 1 ano de idade (ou 1 ano e 1/2) nos antigos registros feitos pelas mães/curadoras/babonas =)”


Foto retirada do site The List Brasil
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